Memória, conhecimento e mobilização
Uma história que
corre com as águas.
Da comunicação ambiental à articulação de uma bacia. Conheça a trajetória que conecta pessoas, instituições e territórios do Rio Doce.
01 / Quem somos
Uma trajetória construída no território.
A Associação Projeto Águas do Rio Doce reúne uma história de mobilização social, comunicação ambiental e gestão participativa das águas.
Fóruns, publicações, ações educativas e redes aproximaram sociedade civil, poder público, universidades, comitês de bacia, escolas, pesquisadores e comunidades em torno de uma agenda comum.
Este portfólio reúne marcos de 1994 a 2026, incluindo as iniciativas de comunicação e organização social que antecederam a associação e a evolução da atuação em rede.
02 / Linha do tempo
Uma história que começa
no século passado.
Marcos de uma atuação que cresce pela participação, pela comunicação e pela cooperação.
Pescando na Beira do Rio
Comunicação ambiental e mobilização pública. Iniciado no final de 1993, o programa é o ponto de partida desta linha histórica, a partir de 1994.
ABRAARC / ADERC
Organização social e atuação ambiental estruturada: da Associação Beira do Rio dos Amigos do Alto Rio Caratinga à Associação de Defesa do Rio Caratinga.
Caratinga · Comitê do Rio Caratinga
A presidência do Comitê marca uma etapa de fortalecimento da participação na gestão das águas.
Uma agenda em escala de bacia
Apoio e participação na mobilização do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce.
Belo Horizonte · Fórum das Águas de Minas Gerais
Participação em espaço de articulação e debate sobre a gestão das águas.
Os cinco Fóruns das Águas do Rio Doce
Governador Valadares, Colatina, Ipatinga e Linhares receberam encontros de mobilização, conhecimento e participação pública.
Linhares · Granexpornote
Agricultura sustentável no Baixo Rio Doce.
Anchieta · Semana da Agricultura Familiar
Valorização da produção familiar e das experiências sustentáveis no território.
Desastre de Mariana
Contexto histórico da bacia: uma ruptura e um novo marco para a mobilização socioambiental no Rio Doce.
Anchieta · Semana da Agricultura
Continuidade das ações de fortalecimento da agricultura e do desenvolvimento sustentável.
Cachoeiro de Itapemirim · Exposul Rural
Presença continuada em articulação territorial e desenvolvimento rural.
Atílio Vivácqua · Exposul Café
Ampliação da presença junto às cadeias produtivas rurais e ao desenvolvimento regional.
Anchieta · Festival da Moqueca Capixaba
Valorização da cultura, da gastronomia e da identidade capixaba.
Caratinga · Eu Sou do Doce
Mobilização territorial, pertencimento e compromisso com o futuro da Bacia do Rio Doce.
03 / Experiências que formam a base
Participar. Planejar. Conectar.
A organização local e a gestão das águas abriram caminhos para uma atuação regional.
A origem / Comunicação ambiental
Pescando na Beira do Rio
Exibido aos domingos, o programa combinava pescaria e temas ambientais, com atenção aos recursos hídricos, à preservação de rios e nascentes, às enchentes e ao cuidado com o território.
Organização social / ABRAARC e ADERC
Da mobilização à organização institucional.
Educação ambiental, participação comunitária, proteção dos recursos naturais e articulação com municípios e instituições passaram a integrar uma atuação estruturada.
Planejamento participativo
Um futuro construído em conjunto.
A Agenda 21 da Bacia do Rio Caratinga expressa uma experiência de escuta, diálogo e construção coletiva de uma visão de futuro para o território.
Mais do que um documento, representa uma forma de trabalhar: reunir diferentes atores, construir consensos e compartilhar responsabilidades.
Gestão participativa das águas
O rio conecta.
A rede amplia.
A articulação com comitês, municípios e instituições conectou o trabalho no Rio Caratinga à escala da Bacia do Rio Doce.
Ao ultrapassar limites locais e estaduais, a atuação passou a aproximar experiências e lideranças de Minas Gerais e Espírito Santo, fortalecendo uma visão integrada da bacia.
Minas Gerais + Espírito Santo
Uma agenda construída em rede.
Registros de encontros e articulação institucional presentes no acervo.
04 / Os cinco Fóruns das Águas
Encontros que fizeram
a bacia conversar.
Uma plataforma de mobilização territorial, conhecimento e participação pública.
Cada edição reuniu planejamento, mobilização de parceiros, articulação institucional, conteúdo científico, atividades educativas e comunicação pública. O conjunto dos cinco encontros constitui um dos principais ativos dessa trajetória.
05 / Publicações e memória
Conhecimento que permanece.
Leia no Calaméo ou baixe o PDF. Um acervo de conhecimento, mobilização e memória do território.
Revista Águas do Rio Doce
Nove edições publicadas entre 2005 e 2009.
Revista Águas do Rio Doce · 1ª edição
Revista Águas do Rio Doce · 2ª edição
Revista Águas do Rio Doce · 3ª edição
Revista Águas do Rio Doce · 4ª edição
Revista Águas do Rio Doce · 5ª edição
Revista Águas do Rio Doce · 6ª edição
Revista Águas do Rio Doce · 7ª edição
Revista Águas do Rio Doce · 8ª edição
Revista Águas do Rio Doce · 9ª edição
Educação, cultura e desenvolvimento
Outras publicações do acervo.
Atlas Escolar da Bacia do Rio Doce
Agenda 21 · Bacia do Rio Caratinga
Exposul Rural em revista
Tempo das Águas
Doce rio da minha vida
Explore as páginas e os mapas do acervo
Reproduções incluídas nas páginas atualizadas do portfólio. Toque em uma imagem para acessar as publicações.
06 / Presença territorial
Uma bacia.
Muitas conexões.
A trajetória conecta diferentes pontos de Minas Gerais e Espírito Santo e reúne conhecimento sobre atores, instituições, desafios e potencialidades locais.
Sociedade civil
Associações, organizações e comunidades.
Ensino e pesquisa
Universidades, escolas e pesquisadores.
Poder público
Municípios e órgãos gestores.
Comitês de bacia
Gestão participativa das águas.
Lugares que fazem parte da história
A presença histórica na Bacia do Rio Doce se conecta a outras experiências de desenvolvimento rural e cultura no Espírito Santo, registradas na trajetória até 2026.
07 / Capacidades acumuladas
Experiência que abre
novos caminhos.
Uma base construída com presença territorial, memória organizada e capacidade de articulação.
Mobilização territorial
Reunir comunidades, lideranças e atores locais em torno de objetivos compartilhados.
Articulação institucional
Aproximar sociedade civil, poder público, universidades, comitês e parceiros.
Comunicação pública
Traduzir temas ambientais em programas, boletins, revistas e conteúdos audiovisuais.
Educação ambiental
Organizar processos formativos, atividades escolares e ações de sensibilização.
Produção editorial
Transformar conhecimento em revistas, livros, atlas e memória acessível.
Conhecimento técnico
Conectar ciência, recursos hídricos e gestão participativa à realidade dos territórios.
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